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Recup linhas agua

Município promoveu sessão pública para explicar a intervenção

O Município promoveu, em conjunto com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a empresa adjudicatária, uma sessão pública de esclarecimento para explicar os trabalhos de requalificação das linhas de água que já arrancaram na bacia do Rio Alva. A sessão teve lugar no centro de convívio da Moura Morta, na freguesia de Lavegadas e, para além de responsáveis da APA e da empresa Floresta Jovem, Lda, esteve também o presidente da Câmara Municipal João Miguel Henriques, para explicar às populações locais as intervenções que estão a ser realizadas nas linhas de água afetadas pelos incêndios de 2017, entre junho e outubro.

A intervenção decorre no âmbito do Projeto de Execução da Regularização Fluvial da Bacia do Rio Alva, ao abrigo do protocolo assinado com a Agência Portuguesa do Ambiente, e que representa um investimento de 93.362,48 euros, financiado a 100%.

Para João Miguel Henriques «esta é uma intervenção extremamente importante, não só para a recuperação do património natural fluvial que foi afetado pelas chamas, mas também garantir o escoamento das linhas de água, minimizar a erosão e o arrastamento dos solos, bem como assegurar o uso genérico da linha de água, em termos de uso urbano, agrícola e até balnear».

O Presidente da Câmara Municipal destacou ainda que, «para além da preponderante questão ambiental, as intervenções irão também permitir que o património natural renasça das cinzas, devolvendo todo o seu esplendor a estes locais do Concelho, cuja rara beleza constitui um dos principais fatores de atração turística de Vila Nova de Poiares, nomeadamente o turismo de natureza e os desportos de aventura», afirmou.

Nesta primeira ação serão realizadas 15 intervenções no troço do Rio Alva, numa extensão 6750metros, onde se destaca o corte e remoção de material vegetal arbóreo e arbustivo ardido, bem como remoção de sedimentos e outro material dos leitos, consolidação e recuperação de taludes e margens, a par da reposição e reabilitação das galerias ripícolas, com plantação e sementeira de espécies autóctones, fundamentais para a recuperação do património natural fluvial que foi afetado pelas chamas.

Além da bacia do Rio Alva, estão ainda previstas intervenções nos leitos da Ribeira da Fraga e do Rio Mondego.