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recuperacao floresta

Gestão das faixas de gestão de combustível e regeneração florestal das zonas afetadas 

A Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares tem em curso uma ação que visa a regeneração florestal e fluvial nas zonas que foram afetadas pelos incêndios de 15 de outubro, bem como promover a segurança dos cidadãos e dos seus haveres, nomeadamente junto dos aglomerados populacionais, na rede viária e ainda ao longo das linhas de água.

Este é um investimento que resulta de uma candidatura da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares aprovada pelo PDR2020, no montante de 193.784,00€, financiado a 100% por fundos comunitários.

No total serão intervencionados 190,52 hectares, abrangendo as freguesias de Lavegadas, São Miguel de Poiares e ainda Poiares (Santo André), sendo que os trabalhos – que já arrancaram em dezembro do ano passado – terão um prazo de 12 meses para a sua conclusão.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, João Miguel Henriques, afirmou que «estas ações, a par de outras em estudo, são fundamentais não só por permitir recuperar todo o património natural que nos caracteriza e que foi devastado por esse malogrado incêndio, mas também por reduzir a possibilidade de outras ocorrências do género». 

De acordo com João Miguel Henriques, «é urgente adotar uma política preventiva, que assegure a maior proteção para os nossos concidadãos e dos seus bens, ao mesmo tempo que contribui para a preservação da natureza singular que nos caracteriza, e que é um dos ativos mais importantes do concelho em matéria de promoção do turismo de natureza e dos desportos de aventura em Vila Nova de Poiares».

Entre as ações a executar estão a substituição de sinalização danificada; a recuperação das faixas de gestão de combustível associadas aos aglomerados populacionais, rede viária e pontos de água, com o corte e remoção de árvores queimadas; o corte e remoção de árvores e arbustos queimados nas linhas de água, que provoquem obstrução e dificuldade de escoamento das águas ao longo do leito, numa faixa de 10 metros e ainda a plantação de espécies endógenas como amieiros, bétulas e freixos, nas margens das linhas de água.

Poiares investe na recuperação da floresta

Gestão das faixas de gestão de combustível e regeneração florestal das zonas afetadas

 

A Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares tem em curso uma ação que visa a regeneração florestal e fluvial nas zonas que foram afetadas pelos incêndios de 15 de outubro, bem como promover a segurança dos cidadãos e dos seus haveres, nomeadamente junto dos aglomerados populacionais, na rede viária e ainda ao longo das linhas de água.

Este é um investimento que resulta de uma candidatura da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares aprovada pelo PDR2020, no montante de 193.784,00€, financiado a 100% por fundos comunitários.

No total serão intervencionados 190,52 hectares, abrangendo as freguesias de Lavegadas, São Miguel de Poiares e ainda Poiares (Santo André), sendo que os trabalhos – que já arrancaram em dezembro do ano passado – terão um prazo de 12 meses para a sua conclusão.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, João Miguel Henriques, afirmou que «estas ações, a par de outras em estudo, são fundamentais não só por permitir recuperar todo o património natural que nos caracteriza e que foi devastado por esse malogrado incêndio, mas também por reduzir a possibilidade de outras ocorrências do género».

De acordo com João Miguel Henriques, «é urgente adotar uma política preventiva, que assegure a maior proteção para os nossos concidadãos e dos seus bens, ao mesmo tempo que contribui para a preservação da natureza singular que nos caracteriza, e que é um dos ativos mais importantes do concelho em matéria de promoção do turismo de natureza e dos desportos de aventura em Vila Nova de Poiares».

Entre as ações a executar estão a substituição de sinalização danificada; a recuperação das faixas de gestão de combustível associadas aos aglomerados populacionais, rede viária e pontos de água, com o corte e remoção de árvores queimadas; o corte e remoção de árvores e arbustos queimados nas linhas de água, que provoquem obstrução e dificuldade de escoamento das águas ao longo do leito, numa faixa de 10 metros e ainda a plantação de espécies endógenas como amieiros, bétulas e freixos, nas margens das linhas de água.